Cidade de Papel ou coisa assim…

Terminei de ler Cidade de Papel, do John Green (o mesmo autor de Culpa das Estrelas), e estou curiosa assistir logo no cinema. Me desculpem, mas sou dessas que devora um livro em poucos dias só pra saber se o que resolveram colocar na tela está igual com a história que conheci no papel. (nunca é, mas eu continuo na expectativa)

Esse post não é uma resenha.  (Tá aqui o link para o trailer =) )

Sobre o livro digo que é fofo e gostei dele. (críticos ficaram com inveja com a profundidade de detalhes da minha análise. rs). Leitura rapidinha, levinha, gostosa, lindinha, mas juvenil.

É engraçado como a gente muda.

Não há padrões; ou certo ou errado sobre o devemos ler.

Mas essa é uma breve reflexão sobre mim mesma. Lá pelos 13 anos encontrei uns livrinhos daqueles romances na banca de jornal (Sabrina, Bianca, Julia…) um soft porn não tão soft assim. Posso dizer que era um preview de Cinquenta Tons de Cinza nos anos 90. Depois disso, por volta 17, eu achava que Carrie Bradshaw e as outras Sex and The City girls eram incríveis e me identificava plenamente com elas. (Hello?! Como eu, que nem sabia o que faria da vida depois da formatura do colegial, achava que tinha qualquer semelhança com quatro 30tonas?!) Essa percepção turva, durou uns bons anos. Acho que daquele reflexo que vi no espelho a única semelhança que se manteve foi o senso e necessidade de independência no mais, nada!

Não sobrou se quer o desejo de ter um par de Manolo Blanick. Que mais velha, descobri o quanto eram MUITO, COMPLETAMENTE, TOTALMENTE desconfortáveis aquele par de de solas vermelhas baphonicas. O que chamo de sapatos carnívoros.

Mas enfim, o ponto é: pq querer livros de adultos enquanto é adolescente e voltar pra categoria dos juvenis depois de adulta? Seja lá qual for a resposta, o que vale é se permitir. Aliás, permita-se tudo o que tem vontade. A vida é pra isso!

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Uns dias em Paraty

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O que faz uma pessoa escrever um post , mesmo cansadona, logo depois de chegar de viagem? Nesse caso é gratidão. Por quê? Vou contar para vocês.

Resolvi fazer um rolê até Paraty, no Rio de Janeiro (daqui de São Paulo são cerca de cinco horas de viagem. Não é tão longe mas o percurso de serra sempre é chatinho). A cidade é linda, e há história em cada uma das lajotas das casinhas. Simplesmente incrível.

Me encantei pela pousada que ficamos. A @mi_ito e eu não tínhamos referências para hospedagem, pousadas, hotéis nem nada, assim tivemos que confiar nas dicas do Trip Advisor (não que ele já tenha nos deixado na mão, muito pelo contrário). Escolhemos a Pousada Estalagem Paraty (tem página deles no Facebook tb). Ela fica um pouco mais afastada do Centro Histórico, ou seja, distante do fervo do principal ponto turístico da cidade, mas honestamente isso não foi um empecilho pra gente e a locomoção com o carro não foi um ponto ruim. A pegada dessa pousada é ser um lugar mais rústico, calmo e aconchegante. O local é administrado pelo Antônio e a Elaine, um casal gente finissima!!! Atenciosos e MUITO acolhedores. Tipo de gente que passamos horas batendo papo e nem nos damos conta do tempo.

O café da manhã servido é fresquinho e feito com muito amor, tipo o da nossa casa, sabe?

Estou encantada! #Ficaadica pra quem tiver com planos de visitar Paraty.

Ah, e além disso, a Elaine tem uma história linda pra contar sobre como a ideia de ter a pousada começou.

Obrigada novamente e um beijo grande para o Antônio e a Elaine lá de Paraty.

Dica 2: uma sugestão de restaurante legal pra comer é o Paraty33 é um restaurante barra balada. A comida é deliciosa e veio super rápido. Chegando lá chamem pela Michele, que nos atendeu super bem! =)

Terapia

Todo mundo já ouviu falar em Retorno de Saturno. Talvez não com esse nome, ele também é conhecido como “crise dos trinta”. Na verdade esse ciclo que acontece de 29 em 29 anos tem um monte de nomes, mas basicamente é a fase da vida que as pessoas começam a repensar tudo (tem pessoas que começam passam por esse período com 28 anos, como eu por exemplo). Como eu descobri? Fazendo meu mapa astrológico! (outra hora conto aqui sobre quando eu fiz o meu com o George, meu orientador astrológico mara!)

A vontade de mudança latente me fez iniciar a terapia, estudar sobre florais, mudar hábitos pessoais, correr atrás de umas vontades que tenho vontade de colocar em pratica em breve(…) e tentar fazer um monte de coisas diferentes. Coisas novas, ou mesmo aquelas que eu por algum motivo abandonei mas que amava fazer, como escrever aqui no blog.

Vamos lá, as vezes ser adulto faz deixarmos para trás bons hábitos… quando isso acontece, bora resgatar as coisas que nos faz(iam / em) bem.

Beijo, Mido.